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terça-feira, 29 de julho de 2014

Lula se emociona ao lembrar à CUT que o maior feito foi fazer trabalhador andar de cabeça erguida


Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se emocionou, na noite desta segunda-feira (28), ao lembrar do encontro com uma catadora de materiais recicláveis, em Belo Horizonte. "Ela me perguntava: você sabe o que você fez por mim? E eu dizia: não... Então, ela me diz: não foi nada material, foi o orgulho de poder andar de cabeça erguida neste país", contou Lula. O discurso foi feito na 14ª Plenária Nacional da Central Única dos Trabalhadores, em Guarulhos.
Lula também falou das mudanças ocorridas no país na última década. "O Brasil hoje ocupa a Presidência da OMC, da FAO, o conselho de Direitos Humanos da OEA e a CSI", ressaltou Lula, mostrando que isso é prova do novo posicionamento mundial que o Brasil tem hoje.

O ex-presidente lembrou a história de greves das quais participou e afirmou o papel das lutas, mesmo em situações difíceis: "Se não fosse a ousadia de as pessoas fazerem as coisas em situações adversas, a gente não estaria aqui hoje".

Lula ressaltou ainda que "os trabalhadores não podem se contentar com o que têm. Temos que querer sempre mais".

Vagner Freitas, presidente da CUT, contou que, em eventos da central sindical, Lula está em casa, pois ajudou a fundá-la e tem uma longa história com ela. Vagner frisou a importância política do movimento sindical brasileiro, inclusive, na elaboração de políticas públicas implementadas nos últimos 12 anos de governo no Brasil.

"O nosso lado é o do trabalhador e precisamos avançar ainda mais", destacou Vagner. Ele falou das diversas conquistas alcançadas na última década e das novas demandas do movimento sindical, entre elas um plebiscito sobre a reforma política.

O secretário-geral da CUT e coordenador da plenária, Sérgio Nobre, destacou que debates foram feitos em todos os estados do país. O encontro nacional reúne as demandas e debates regionais para construção de uma plataforma comum.

Também estiveram presentes João Felício, presidente da Central Sindical Internacional e Victor Baez, presidente da Central Sindical das Américas.

domingo, 27 de julho de 2014

Papa Francisco faz apelo emocionado à paz: "Parem, por favor!"

Francisco lembrou os conflitos no Iraque, Médio Oriente e Ucrânia.


Na manhã deste domingo, Francisco apelou à paz REUTERS

Este domingo, durante o Angelus, a oração do meio-dia na Praça de São Pedro, no Vaticano, o Papa Francesco fez um apelo à paz. Recordando a Primeira Guerra Mundial, cujo centenário é assinalado esta segunda-feira, o Papa renovou um apelo de rejeição à guerra, sobretudo no Iraque, Médio Oriente e Ucrânia.

Com a voz embargada, Francisco pediu: "Por favor, parem. Peço-vos com todo o meu coração. É tempo de parar. Parem, por favor!"

O Papa pediu aos fiéis para que se unem a ele nas orações pelo fim dos conflitos: “Peço-vos para continuarem a unir-se à minha oração, para que o Senhor conceda às populações e autoridades daquelas zonas, a sabedoria e a força necessárias para levar a cabo com determinação o caminho da paz, enfrentando todas as dificuldades com a tenacidade do diálogo e da negociação e com a força da reconciliação.”

Francisco não fez qualquer referência ao conflito de Gaza que, depois das tréguas deste sábado revelaram que o número de palestinianos mortos, a maioria civis, ultrapassa os 1000, mas falou das crianças. "Irmãos e irmãs, guerra nunca, guerra nunca! Estou a pensar sobretudo nas crianças a quem se tira a esperança de uma vida digna e de um futuro: crianças mortas, crianças feridas, crianças mutiladas, crianças órfãs, crianças que têm como brinquedos resíduos bélicos, crianças que não sabem sorrir… Parem, por favor! Peço-vos com todo o coração, está na hora de parar! Parem, por favor”, disse em tom visivelmente emocionado.

Edgar Vasques - charge SUL21


quarta-feira, 23 de julho de 2014

Quais leituras faz o Mesquita? Quais não faz...

Sobre o editorial: O 9 de Julho, de Getúlio ao PT

Uma leitura atenta do editorial da casa grande, escrita pelo herdeiro do estadão, nos permite avaliar sobre as possíveis leituras que fazem estas pessoas, do SPWL (não confundir, ou melhor confunda, com American Way of Life) fazem, e também do que eles não leem em hipótese alguma.
Em primeiro lugar é importante ressaltar que o ponto positivo do editorial é que não veio de black block, veio assinado, colocando sua identidade, o que me é particularmente muito simpático.
Lutas históricas da elite são enumeradas com a devido menosprezo do 'outro lado', como de hábito daquele pessoal, há até o retorno à 32, com a amargura devida pela derrota daquela.
No mais são discursos do PIG requentados e a certeza que se aproximam de mais uma acachapante derrota no outubro que se aproxima.
Mesmo que o Mesquita em questão tenha escrito o opúsculo antes da manchete da folha sobre o aeroporto neves, o derrotismo da casa grande fica bem claro.
O que ele lê: o estadão, é claro, reforçado pela veja, o globo, ois analistas do milenium, et caterva...
O que certamente não lê: a blogosfera, a imprensa internacional (a não ser a que se baseia no PIG pra escrever) e qualquer um que não veja a globo ou o resto desta mídia carente da lei de meios, que está muito atrasada...

De estado subserviente (bom para o 'andar de cima') a Estado Soberano, nosso crescimento em todos os aferidores internacionais superando as expectativas, nossa política externa soberana, a fundação do Banco do Brics, a manutenção do pré-sal sob controle da Petrobrás (que queriam petrobrax) os PACs vitoriosos e impulsionadores de desenvolvimento e do pleno emprego. Do pobre nos aeroportos (não no do Ah É sim), do pobre na Universidade, do filho do pedreiro Doutor, das bolsas internacionais.
Da NÃO CRISE, afinal marolinha, como disse Lula, impediu o crescimento de muitas fortunas que normalmente se aproveitam delas em benefício próprio, etc, etc e tal!
São tantas as conquistas, deste nosso sofrido povo, que este texto ficaria tão maçante como aquele que lhe deu origem, paremos por aqui.
Não antes sem dizer que, quem escreve, não utilizou nenhum programa social, formou-se em Universidade privada e, apesar de ter 'berço', não coaduna com a 'casa grande' nem fica indignado com a necessária alforria de nosso povo!

Ah, antes que me esqueça, este blogueiro VAI VOTAR na DILMA, no TARSO e em OLÍVIO DUTRA!

SAROBA - Luiz Antonio Franke Settineri

A importância do BRICS por Fidel Castro!

Fidel Castro: É hora de conhecer um pouco mais a realidade


Pedi aos editores do “Granma” que me dispensem nesta ocasião da honra de publicar o que vou escrever na primeira página do órgão oficial de nosso Partido, pois penso expressar pontos de vista pessoais sobre temas que, por conhecidas razões de saúde e de tempo, não pude apresentar nos órgãos coletivos de direção do Partido e do Estado, como os Congressos do Partido, ou as reuniões pertinentes da Assembleia Nacional do Poder Popular.

Por Fidel Castro, no jornal “Granma”

Em nossa época os problemas são cada vez mais complexos e as notícias se propagam com a velocidade da luz, como muitos sabem. Nada ocorre hoje em nosso mundo que não nos ensine algo a todos os que desejamos e ainda somos capazes de compreender novas realidades.
O ser humano é uma estranha mistura de instintos cegos, por um lado, e de consciências, por outro.

"Presidentes dos países Brics"


Somos animais políticos, como não sem razão afirmou Aristóteles, que quiçá influiu mais do que nenhum outro filósofo da antiguidade no pensamento da humanidade através de quase 200 tratados, segundo se afirma, dos quais se conservaram apenas 31. Seu mestre foi Platão, o qual legou para a posteridade sua famosa utopia sobre o Estado Ideal, que em Siracusa, onde tratou de aplicá-lo, quase lhe custa a vida.

Sua Teoria Política ficou como apelativo para qualificar as ideias como más ou boas. Os reacionários a utilizaram para qualificar tanto Marx, como Lênin, de teóricos, sem tomar em conta que suas utopias inspiraram a Rússia e a China, os dois países chamados a encabeçar um mundo novo que permitiria a sobrevivência humana se o imperialismo não desatar antes uma criminosa e exterminadora guerra.

A União Soviética, o Campo Socialista, a República Popular da China e a Coreia do Norte nos ajudaram a resistir com abastecimentos essenciais e armas, ao bloqueio econômico implacável dos Estados Unidos, o império mais poderoso de todos os tempos. Apesar de seu imenso poder, não pôde esmagar o pequeno país que a poucas milhas de suas costas resistiu durante mais de meio século às ameaças, aos ataques piratas, sequestros de barcos pesqueiros e afundamentos de navios mercantes, destruição em pleno voo do avião da Cubana de Aviação em Barbados, incêndio de escolas e outros delitos. Quando tentou invadir nosso país com forças mercenárias na vanguarda, transportadas em barcos de guerra dos Estados Unidos como primeira etapa, foi derrotado em menos de 72 horas. Mais tarde os bandos contrarrevolucionários, organizados e equipados por eles, cometeram atos de vandalismo que provocaram a perda da vida ou da integridade física de milhares de compatriotas.

No estado da Flórida se localizou a maior base de atividades contra outro país que existia naquele momento. Com o passar do tempo o bloqueio econômico se estendeu aos países da Otan e outros muitos aliados da América Latina, que foram durante os primeiros anos cúmplices da criminosa política do império, que despedaçou os sonhos de Bolívar, Martí e centenas de grandes patriotas de irredutível conduta revolucionária na América Latina.

A nosso pequeno país não só se negava seu direito a ser uma nação independente, como a qualquer outro dos numerosos Estados da América Latina e do Caribe, explorados e saqueados por eles, mas também o direito à independência de nossa Pátria que seria totalmente despojado, quando o destino manifesto concluía sua tarefa de anexar nossa ilha ao território dos Estados Unidos da América do Norte.

Na recém concluída reunião de Fortaleza se aprovou uma importante Declaração entre os países que integram o grupo Brics.

Os Brics propõem uma maior coordenação macroeconômica entre as principais economias, em particular no G-20, como um fator fundamental para o fortalecimento das perspectivas de uma recuperação efetiva e sustentável em todo o mundo.

"Presidentes dos Brics reúnem-se com presidentes de países da Unasul"

 Anunciaram a assinatura do Acordo constitutivo do Novo Banco de Desenvolvimento, com a finalidade de mobilizar recursos para projetos de infraestrutura e de desenvolvimento sustentável dos países Brics e outras economias emergentes e em desenvolvimento.

O Banco terá um capital inicial autorizado de 100 bilhões de dólares. O capital inicial subscrito será de 50 bilhões de dólares, dividido em partes iguais entre os membros fundadores. O primeiro presidente da Junta de Governadores será da Rússia. O primeiro presidente do Conselho de Administração será do Brasil. O primeiro presidente do Banco será da Índia. A sede do Banco será em Xangai.

Anunciaram também a assinatura de um Tratado para o estabelecimento de um Fundo Comum de Reservas de Divisas para situações de contingência, com um tamanho inicial de 100 bilhões de dólares.

Reafirmam o apoio a um sistema multilateral de comércio aberto, transparente, inclusivo e não discriminatório; assim como a conclusão exitosa da Rodada de Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Reconhecem o importante papel que as empresas estatais desempenham na economia; assim como o das pequenas e médias empresas como criadores de emprego e riqueza.

Reafirmam a necessidade de uma reforma integral das Nações Unidas, incluído seu Conselho de Segurança, com a finalidade de torná-lo mais representativo, eficaz e eficiente, de maneira que possa responder adequadamente aos desafios globais.

Reiteraram sua condenação ao terrorismo em todas as suas formas e manifestações, onde quer que ocorra; e expressaram preocupação pela contínua ameaça do terrorismo e do extremismo na Síria, ao mesmo tempo que chamaram todas as partes sírias a que se comprometam a pôr fim aos atos terroristas perpetrados pela Al-Qaeda, seus filiados e outras organizações terroristas.

Condenaram energicamente o uso de armas químicas em qualquer circunstância; e deram boas-vindas à decisão da República Árabe Síria de aderir à Convenção sobre Armas Químicas.

Reafirmaram o compromisso de contribuir a uma justa e duradoura solução global do conflito árabe-israelense sobre a base do marco legal internacional universalmente reconhecido, incluindo as resoluções pertinentes das Nações Unidas, os Princípios de Madri e a Iniciativa de Paz Árabe; e expressaram apoio à convocação, na data mais próxima possível, da Conferência sobre o estabelecimento de uma zona do Oriente Médio livre de armas nucleares e outras armas de destruição em massa.

Reafirmaram a vontade de que a exploração e utilização do espaço extraterrestre deve ser para fins pacíficos.

"Reunião da cúpula do Brics"
Reiteraram que não há alternativa a uma solução negociada para a questão nuclear iraniana e reafirmaram apoio a sua solução através de meios políticos e diplomáticos.

Expressaram preocupação pela situação no Iraque e apoiaram o governo iraquiano em seus esforços para superar a crise, defender a soberania nacional e a integridade territorial.

Expressaram preocupação pela situação na Ucrânia e fizeram um chamamento por um diálogo amplo, a diminuição do conflito e a moderação de todos os atores envolvidos, com a finalidade de encontrar uma solução política pacífica.

Reiteraram a firme condenação ao terrorismo em todas as suas formas e manifestações. Assinalaram que as Nações Unidas têm um papel central na coordenação da ação internacional contra o terrorismo, que deve ser levada a cabo conforme o direito internacional, incluída a Carta das Nações Unidas, e o respeito aos direitos humanos e às liberdades fundamentais.

Reconheceram que a mudança climática é um dos maiores desafios que a humanidade enfrenta, e fizeram um chamamento a todos os países a construir sobre as decisões adotadas na Convenção Marco das Nações Unidas sobre a Mudança Climática (CMNUCC), com vistas a chegar a uma conclusão exitosa para o ano de 2015 das negociações no desenvolvimento de um protocolo, outro instrumento legal ou um resultado acordado com força legal sob a Convenção aplicável a todas as Partes, de conformidade com os princípios e disposições da CMNUCC, em particular o princípio das responsabilidades comuns mas diferenciadas e suas respectivas capacidades.

Expressaram a importância estratégica da educação para o desenvolvimento sustentável e o crescimento econômico inclusivo; assim como destacaram o vínculo entre a cultura e o desenvolvimento sustentável.

A próxima Cúpula dos Brics será na Rússia, em julho de 2015.

Pareceria que se trata de mais um acordo entre os muitos que aparecem constantemente nos despachos das principais agências ocidentais de imprensa. Contudo, o significado é claro e rotundo: A América Latina é a área geográfica do mundo onde os Estados Unidos impuseram o sistema mais desigual do planeta, o desfrute de suas riquezas internas, o fornecimento de matérias primas baratas, comprador de suas mercadorias e o depositante privilegiado de seu ouro e seus fundos que escapam de seus respectivos países e são investidos pelas companhias norte-americanas no país ou em qualquer lugar do mundo.

Nunca ninguém encontrou uma resposta capaz de satisfazer as exigências do mercado real que hoje conhecemos, mas tampouco poderia duvidar-se de que a humanidade marcha para uma etapa mais justa do que até nossos tempos tem sido a sociedade humana.

Repugnam os abusos cometidos ao longo da história. Hoje o que se avalia é o que sucederá em nosso planeta globalizado em um futuro próximo. Como poderiam escapar os seres humanos da ignorância, da carência de recursos elementares para alimentação, saúde, educação, habitação, emprego decente, segurança e remuneração justa. O que é mais importante, se isto será possível ou não, neste minúsculo rincão do Universo. Se meditar sobre isto serve para algo, será para garantir na realidade a supremacia do ser humano.

Por minha parte, não abrigo a menor dúvida de que quando o presidente Xi Jinping termine as atividades para concluir seu giro neste hemisfério, assim como o presidente da Federação Russa, Vladimir Pútin, ambos os países estarão culminando uma das maiores proezas da história humana.

Na Declaração dos Brics, aprovada em 15 de julho de 2014 em Fortaleza, defende-se uma maior participação de outros países, especialmente os que lutam por seu desenvolvimento com vistas a fomentar a cooperação e a solidariedade com os povos e de modo particular com os da América do Sul, assinala-se em um significativo parágrafo que os Brics reconhecem em particular a importância da União das Nações Sul-americanas (Unasul) na promoção da paz e da democracia na região, na conquista do desenvolvimento sustentável e na erradicação da pobreza.

Já fui bastante extenso, apesar de que a amplitude e a importância do tema demandavam a análise de importantes questões que requeriam alguma réplica.

Pensava que nos dias subsequentes haveria um pouco mais de análise séria sobre a importância da Cúpula dos Brics. Bastaria somar os habitantes de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul para compreender que totalizam neste momento a metade da população mundial. Em poucas décadas o Produto Interno Bruto da China superará o dos Estados Unidos; muitos Estados já solicitam iuans e não dólares, não só o Brasil, mas vários dos mais importantes da América Latina, cujos produtos como a soja e o milho competem com os da América do Norte. O aporte que a Rússia e a China podem fazer na ciência, na tecnologia e no desenvolvimento econômico da América do Sul e do Caribe é decisivo.

Os grandes acontecimentos da história não se forjam em um dia. Enormes provas e desafios de crescente complexidade se vislumbram no horizonte. Entre a China e a Venezuela foram assinados 38 acordos de cooperação. É hora de conhecer um pouco mais as realidades.

Fidel Castro Ruz

21 de julho de 2014, às 22h15

Fonte: Jornal "Granma"

Tradução: José Reinaldo Carvalho, editor do Portal Vermelho

domingo, 20 de julho de 2014

Ceará: Salitre em festa com a chegada de Camilo do PT

PT Ceará: População nas ruas, uma grande carreata, buzinaço, muita alegria e festa popular. Foi assim que mais de duas mil pessoas recepcionaram, em Salitre, os candidatos a governador, Camillo Santana, a vice-governadora, Izolda Cela, e a senador, Mauro Filho, pela coligação “Para o Ceará seguir mudando”. Carros, motos e muita gente acompanhando a pé mostravam que valia qualquer esforço para estar perto dos candidatos.
Emocionado com a acolhida, Camilo assumiu compromissos com a população, garantindo a implantação de uma política efetiva para solucionar de maneira permanente a distribuição de água na cidade, assim como a criação de uma escola profissionalizante e a continuidade do Programa de Alfabetização na Idade Certa (Paic), no Estado. “Nunca vou esquecer a forma e o carinho com que fui recebido. Podem estar certos que vou saber retribuir”, afirmou.
O município da Região do Cariri, localizado a 450 km de Fortaleza, confirma o que já vinha acontecendo noutras cidades por onde os candidatos da coligação vêm passando: o rumo que desejam para o Ceará nos próximos anos. Alinhados no projeto de manter o Ceará no caminho do crescimento, Camillo, Izolda e Mauro apresentaram seus projetos para a população local.
“Eu nunca votei. É a primeira vez. Então, espero começar com o pé direito. Por isso vou votar em Camilo Santana”. Com essas palavras, Eduarda Alencar, 16, confirmou o apoio aos candidatos da coligação “Para o Ceará seguir mudando”. “Espero que haja ainda mais avanços na saúde, educação e segurança”, concluiu a nova eleitora.
Projeto
Ao lado de seus companheiros, Camillo falou sobre o projeto que envolve a escolha da chapa. ”Fomos escolhidos candidatos para dar continuidade a um projeto que há 12 anos vem transformando o Brasil e há oito anos vem transformando o Ceará. São obras de infraestrutura, habitação, educação, abastecimento de água, dentre tantas outras que vão ser continuadas”, comentou Camillo, lembrando seu trabalho na busca de melhoria da qualidade de vida da população, quando esteve à frente das pastas de Desenvolvimento Agrário e das Cidades.
Segundo Mauro Filho, tem sido estimulante a forma como as pessoas têm recebido os candidatos. “Nós três somos concursados e professores. Além disso, temos o histórico de secretários do governo Cid. Isso nos coloca à frente, por conhecermos profundamente a realidade do Ceará”, afirmou. Izolda Cela também agradeceu a população de Salitre. “A luta é muito grande. E eu tenho a maior fé nesse grupo e no que podemos trazer de bom para o Ceará. Nós temos esse compromisso”, afirmou.
Fonte: Coordenadoria de Comunicação Coligação "Para o Ceará seguir mudando".

Sensus aponta melhora na avaliação do governo

A pesquisa Istoé/Sensus mostra a mesma realidade instável já revelada pelo Datafolha.
Está tudo na mesma no primeiro turno. Dilma se mantém firme na primeira colocação. Aécio e Campos emagreceram.
Os votos espontâneos mostram uma queda de 1,5 ponto de Dilma; seus adversários, porém, perderam mais; Aécio caiu 3,1 pontos; Campos perdeu dois.
No segundo turno, o cenário se comprime, em empate com Aécio, e quase empate com Campos.
Uma boa notícia trazida pelo Sensus é que a rejeição ao governo arrefeceu. Caiu de 35% para 28% o percentual de percepção negativa da administração federal.
Cada vez mais fica evidente que Dilma parece estar disputando contra si mesma, contra uma suposta má imagem construída pela mídia, pelo governo e pela própria.
Ela tem 32% de votos e 40% de rejeição pessoal.
Se conseguir desmanchar parte da rejeição do eleitorado a sua pessoa, que realmente está muito alta, sua vitória estará garantida.
Dilma precisa ser “humanizada”. Tem de se livrar do protocolo e do marketing e andar um pouco mais de moto por aí…
Autor: Miguel do Rosário - Tijolaço.

Quem somos nós

Quem somos nós
Um casal a beira de um ataque de nervos

NAVEGAR É PRECISO, VIVER NÃO É PRECISO